A cessação dos hábitos tabagicos, o controlo da diabetes e do colesterol e a realização de exercício físico regular diminuem o risco da arteriosclerose.
A doença arterial periférica atinge uma ou várias partes do corpo como seja as carótidas, artérias renais, artérias mesentéricas e artérias dos membros inferiores (ver imagem 1). A causa mais frequente é a ateroesclerose (ver imagem 2) cuja evolução é lenta e numa fase inicial normalmente desprovida de sintomas. Mais tarde quando presentes os sintomas estão relacionados com a falta de irrigação sanguínea do orgão afectado. Por exemplo nos membros inferiores traduz-se por dor ao nível dos gêmeos ou da coxa ao fim de alguma distancia de marcha e que é sempre reproduzida para a mesma distancia e grau de inclinação do piso.
Imagem 1
Imagem 2
Tabagismo
Diabetes
Dislipidémia ( colesterol elevado)
Hipertensão arterial
Realização do exame fisico com palpação dos pulsos.
Avaliação de fluxometria doppler (avaliação do fluxo sanguíneo nas artérias).
Avaliação do índice tornozelo braço (medição das pressões arteriais no tornozelo e comparação com as medidas no braço).
Realização de ecodoppler (ecografia com avaliação do fluxo sanguíneo e caracterização da parede da artéria).
Arteriografia - injecção de produto de contraste na artéria permitindo assim a sua visualização com um nível elevado de detalhe (ver imagem 3).
Imagem 3
Depende da gravidade e limitação imposta e do resultado dos exames, podendo ser médico (farmacológico) ou cirúrgico. Neste ultimo caso poderá ser angioplastia (ver imagem 4) ou bypass (ver imagem 5).
Imagem 4
Imagem 5